Eu não imaginava que Barbados fosse tão legal. Achei que fosse só mais um mar azul no meio do Caribe. Mas é um lugar que vai muito além das praias. Apesar de ter uma boa estrutura turística, o turismo não conseguiu se sobrepor à cultura do país. As coisas em Barbados não são fabricadas, superficiais.

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Com um carro na mão, saí para explorar a ilha todos dias. A mão é inglesa e demorei uns dias para me acostumar a dirigir. Mas essas mini road trips foram a melhor coisa que eu fiz para conhecer e entender o que é Barbados.
A South Coast (Costa Sul) foi onde me hospedei. É o lugar mais agitado, onde fica a maior parte dos turistas. Ali estão algumas praias famosas, porém mais cheias de turistas.
A West Coast (Costa Oeste) é onde ficam as praias mais desertas e maravilhosas. Tem um clima mais lento, sem preocupação. Lá ficam algumas mansões (que você não vê).
A East Coast (Costa Leste) é a mais rústica e deserta. É basicamente formada por vilas de pescadores e habitada por locais. Venta bastante e é onde você pode praticar surf. Mas é tudo beeeem deserto, num clima de mistério, sabe?
Dirigindo pela ilha, você consegue observar como é a vida das pessoas que moram lá e como as coisas funcionam. É possível ver um homem limpando peixe na areia de frente para o mar azul, dá pra ver como as mulheres se vestem – vestidos lindos e floridos, cabelos estilosos amarrados no alto. Dá para ver crianças na escola, praias paradisíacas super desertas, descobrir onde os barbadianos fazem picnic e encontrar casinhas com uma arquitetura muito particular… São detalhes que não estão em nenhum guia turístico, mas são os que mais encantam. Portanto, minha maior dica em Barbados é explorar.

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Um dos destaques da nossa viagem foi a aula de mergulho que fizemos pela primeira vez – deu para ver barcos naufragados, tartarugas e peixes de tantas espécies que nem sei. Barbados é um dos melhores lugares do mundo para isso.
No outro dia, andamos de submarino e acho que foi o programa mais tranquilo que fizemos na ilha. Ótimo para famílias e crianças.
Mas como eu gosto de emoção, fui ver os cliffs de Barbados – acredita que até isso tem lá? E saindo dos cliffs houve um pequeno imprevisto. Com a bateria do celular esgotada, nos perdemos no meio da área rural da ilha por falta de gps. Mas que bom é se perder num lugar que você está explorando!

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Deu tempo de chegar para o festival de peixes em Oystins e nos juntarmos aos locais para comer o famoso fish cakes – bolinhos de peixe.
Como o mergulho no primeiro dia não foi suficiente, fizemos mais snorkeling para nadar com as tartarugas porque nunca é demais.
E entre uma atividade e outra, sempre havia tempo para simplesmente ficar de bobeira no mar azul piscina de Barbados, seguido de um pôr-do-sol amarelo toda tarde. Voltei achando que poderia ter ficado mais uma semana. Fiz um monte de coisa, mas ainda havia tanto a fazer naquela ilha…

 

 

Texto e fotos por Amanda Noventa

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Explorando Barbados, por Amanda Noventa.

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